Desenho Técnico – Fator Diferencial para desenvolvimento de projetos

Por Adriano Nirts


Nos trabalhos que envolvem os conhecimentos tecnológicos de Design, a viabilização de boas idéias depende de cálculos exaustivos, estudos econômicos, análise de risco . Estes aspectos são resumidos em desenhos que representam o que deve ser executado ou construído, apresentado em gráficos e diagramas que mostrem os resultados dos estudos feitos.

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Com o intuito de ratificar tais informações, foi realizada uma entrevista com o arquiteto e projetista Gelson Luis C. Xavier CREA RS 52084, o qual é responsável pela execução s desenvolvimento de projetos na empresa Egel LTDA, com mais de 20 anos de experiência no ramo.
Com relação a importância do desenho nos seus projetos, Gelson é categórico ao afirmar que os mesmos tem um peso fundamental no decorrer do processo criativo.
- É de suma importância, em todo o decorrer dos projetos, esboçar sempre os desenhos, com suas cotas preliminares, a fim de sanar erros e possíveis dúvidas, para posteriormente passá-lo para a plataforma.
Ainda, falando do requisito para os designers, projetistas, em dominar as mazelas do desenho técnico, Gelson afirma: Trata-se sim de um requisito fundamental na respectiva área, pois a mesma requer exatidão e pequenas falhas podem comprometer todo um sistema projetual. Estamos sempre tentando nos aperfeiçoar para dar aos nossos colaboradores o máximo de capacitação e instrução possível.
Os produtos oferecidos refletem justamente estas filosofias pregadas por Gelson, afinal profissionais mais capacitadas em projetar os melhores desenhos, inexistindo erros, agregam muito mais valor e respectivamente uma qualidade elevada.
- Os primeiros desenhos que darão início à avaliação das idéias são desenhos elaborados a mão livre, chamados de esboços, a partir dos esboços são elaborados os desenhos preliminares, que correspondem ao estágio intermediário de projeto, ou anteprojeto. A partir dos anteprojetos devidamente modificados e corrigidos, são elaborados os desenhos definitivos, que servirão para a execução dos estudos feitos.
Finalizando, quando questionado sobre os seus conhecimentos individuais sobre desenho técnico, desde seus laços acadêmicos, respondeu enfaticamente:
Apesar da evolução tecnológica e dos meios disponíveis pela computação gráfica, o ensino do desenho técnico ainda é imprescindível na formação de qualquer modalidade de designer, pois além do aspecto da linguagem gráfica, o qual permite que as idéias concebidas por alguém sejam executadas por terceiros, e ainda desenvolve o raciocínio, o censo de rigor geométrico, além do espírito de iniciativa e organização.

Artigo desenvolvido pelo acadêmico Adriano Nirts, quinto semestre do curso de Design, Ulbra Carazinho, para a disciplina de Desenho Técnico e Geometria Descritiva.

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A História das Coisas

Por Raquel Beatriz Nienow

As coisas não são criadas do nada, todos os objetos que nos rodeiam percorreram vários lugares e passaram por vários processos antes de chegar à nossas mãos, porém, na maioria das vezes não sabemos quais foram esses processos, sequer nos interessamos por eles. Os produtos precisam de matéria prima para serem criados, e é nessa necessidade de matéria prima que começa o ciclo produtivo.

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Quando falamos em matéria prima, estamos na verdade falando de maneira gentil “tirar da natureza” o que ela tem a nos “oferecer”. Havia uma era em que todo o material tirado da natureza era usado, e esse material era retirado somente se fosse necessário e a quantia necessária, mas agora, os materiais saem demasiadamente depressa e o meio ambiente não consegue repor tudo tão rápido, ele precisa de nossa ajuda para isso.

A matéria prima sai e vai para as indústrias que colocam toxinas sobre ela, criando assim um novo produto. Quem trabalha nas fábricas corre grandes riscos de saúde, pois estão recebendo diariamente quantias de toxinas sem perceber e as pessoas de todo o mundo sofre com isso, pois as toxinas saem em forma de fumaça ou esgoto, e em produtos.

Os produtos vão para o ponto de venda e alguns são vendidos à preços que sequer cobrem o custo de extração, transporte, fabricação, mão de obra, e mais transporte até chegar a nós. A partir do momento que compramos estamos ao mesmo tempo perdendo o produto, pois várias empresas aplicam obsolescência planejada e obsolescência perceptiva. A planejada é aquela em que o produto tem “prazo de funcionalidade”, como por exemplo computadores, que precisam ser adaptados à novas tecnologias. A obsolescência perceptiva atua silenciosamente, como exemplo podemos citar a moda, que muda a todo o momento. Tudo isso para gerar uma nação consumista.

E não é difícil fazer uma nação consumista, basta que algum presidente diga: façam compras- que todos fazem, dizem que fará bem à economia e etc, mas estão somente querendo ganhar dinheiro por cima disso.

Depois da utilização do produto, descartamos ele, jogamos no lixo. Porém, para cada saco de lixo gerados por nós em nossas casas, outros oitenta são gerados pelas indústrias para gerar o lixo que jogamos fora. Esse lixo, é incinerado ou jogado em aterros, liberando as toxinas e criando super-toxinas, jogando-as no ar. Na região já vi muitos aterros onde são jogados vários materiais sem a seleção do lixo, o plástico por exemplo, faz com que a água não passe para a terra, assim, ela não é filtrada e nem chega aos aqüíferos, fazendo com que percamos a água e não ganhemos mais.

Uma das soluções para este problema é a reciclagem do lixo, separar ele. Mas podemos fazer mais, podemos Reutilizar, Reduzir, Reciclar e Recuperar; só assim conseguiremos mudar o nosso planeta, convertê-lo e fazer uma nação menos consumista e mais ecológica.

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Plástico - Da matéria prima ao pós-consumo

Por Raquel Beatriz Nienow


Ilustração criada por Equipe da Multiverso em votação no II Concurso de Diseño

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A Sustentabilidade está em alta ultimamente, afinal, estamos entrando em uma nova Era, a do consumo sustentável.

Poucas pessoas pode imaginar o quão importante são as informações gráficas obtidas no nosso dia-a-dia, sem perceber elas entram em nosso inconsciente e fazem-nos pensar.

Design Gráfico também é sustentável, e é isso o que Multiverso está trazendo para todos nós. Alan, Fernando e Lucas criaram uma ilustração para uma exposição no Museu Olívio Otto - RS, onde o objetivo era mostrar a história do plástico, desde o surgimento até o descarte.

Para fazer o trabalho, utilizaram-se da técnica de ilustração digital miscigenada à referências fotográficas, utilizando Photoshop CS3 e Tablet, aplicando várias texturas para demonstrar o realismo.

A imagem mostra o processo de produção do plástico utilizando as letras como referência; é possível ver a extração do petróleo, refinamento, polimerização e produção.

Acesse o site do concurso e VOTE!

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